sábado, setembro 03, 2005
Intel to AMD - Shut up, stupid!
Intel to AMD - Shut up, stupid!
READ MORE: AMD, Intel, PCs
AMD ran a full page ad asking Intel to bring it and throw down its dual-core speed benchmarks. The result? Intel said “No way. You’re dumb” and went home. This kind of posturing, while common among monkeys and cheerleading squads, is wonderful to see among the high and mighty in the chip world. Quite clearly AMD is cleaning the floor in dual core right now and Intel knows it. Intel is going to go back to it’s dual core dojo and do more kata until it’s ready to fight.
quinta-feira, setembro 01, 2005
Mísia - Drama Box

Apreciação final: 8/10
Edição: Virgin, Junho 2005
Género: Fado/Étnica
Sítio Oficial: www.misia-online.com
A fadista portuense Mísia está de volta aos discos e, desta vez, apresenta uma colecção de canções que dedica à sua mãe e que reportam aos estímulos musicais que esta lhe ofereceu durante a infância. Drama Box não é um disco puro de fados, explora também os contextos musicais da escola de bailado clássico da mãe da cantora, destapando os encantos da América Meridional, dos boleros e dos tangos, aqui vizinhos do fado português. A conexão sentimental dos vários géneros é o garante da solidez do disco, onde o fado resulta como cicerone principal de uma caminhada sentida pelos labirintos do amor e da saudade. A voz enternecedora de Mísia alude com paixão às recordações de amores perdidos, desatando nas letras de um poema (Vasco Graça Moura, Rosa Lobato de Faria, Paulo José Miranda, José Luis Peixoto, José Saramago e Natália Correira figuram entre os autores) os enigmas de cicatrizes da alma que se expõem com crueza e se purgam na alvura da música. O imaginário poético de Drama Box - sublinhado pela declamação do poema "Fogo Preso" de Graça Moura nas vozes das actrizes Fanny Ardant, Maria de Medeiros, Carmen Maura, Miranda Richardson e da cantora Ute Lemper - é pontuado pela alma lusitana, seguindo o embalo dos timbres melancólicos do fado e da sensualidade e vigor dos tangos e dos boleros que, interpretados em castelhano, mantêm o acento tónico nos desencontros amorosos, na solidão, no sentir da perda.
Drama Box é uma arca de sentimentos e afectos, um depósito de fragmentos autênticos da existência humana que se assemelham a retratos de uma dramaturgia musical de que Mísia é tradutora maior e personificação última. Ao mesmo tempo, é um roteiro musical do coração do fado lisboeta, passando pela Rambla de Barcelona e pelo obelisco de Buenos Aires...pela mão das composições de Mário Pacheco e de Piazzolla. Drama Box é um álbum de sentimentos radicais e que Vasco Graça Moura nos convida a visitar com estas palavras:
Quando se ateia em nós um fogo preso
o corpo a corpo em que ele vai girando
faz o meu corpo arder no teu, aceso
e nos calcina
e assim nos vai matando
essa luz repentina até perder alento
e então é quando a sombra se ilumina
e é tudo esquecimento tão violento e brando
sacode a luz o nosso ser surpreso
e devastados, nós, vamos a seu mando
nessa prisão o mundo perde o peso
e em fogo preso, à noite, as chamas vão pairando
e vão-se libertando fogo e contentamento
a revoar num bando de beijos tão sem tento
que não sabemos quando são fogo ou água ou vento
a revoar num bando de beijos tão sem tento
que perdem o comando do próprio esquecimento.
in "Fogo Preso", Vasco Graça Moura
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segunda-feira, agosto 29, 2005
PODCAST Nacional
Os pioneiros do «PODCAST» nacional são «Blitzkrieg Bop», «Radiologia», «O Armário das Calças» e «Mixomatose».
Segundo divulga a organização «o PODCAST é basicamente uma nova forma de transmissão e consumo de conteúdos áudio e permite a selecção dos conteúdos pretendidos e o download directo para os computadores e, daí, para os leitores digitais».
Podcast
Nova moda digital Podcast anuncia o fim da "tirania" da rádio hertziana
Autor e apresentador do "podcast" nacional Blitzkriegbop Duarte Velez Grilo
Manuel Molinos
>> BLOGS de rádio Ganham voz e ouvem-se nos leitores de mp3
É a última novidade ao nível dos conteúdos digitais. Chama-se Pod-cast e é uma espécie de 'blog' com som, seguindo o formato da rádio. Ouve-se nos iPods mas também em qualquer leitor de mp3. Nos EUA, já são escutados por seis milhões de pessoas. Em Portugal estão ainda a chegar. Bem-vindos à nova revolução do áudio. Um podcast (o nome é a junção do leitor da Apple iPod mais 'broadcast') é basicamente um programa de som pré-gravado que, depois de ser alojado na Internet, pode ser transferido para qualquer computador pessoal ou leitor de mp3 (ficheiro informático de som comprimido). São amadores, grátis, portáteis e, sobretudo, gozam de uma criatividade sem limites e sem imposições comerciais. À semelhança dos blogs (diários pessoais na internet), os Podcasts abordam inúmeros conceitos que passam pela música, tecnologia e vão até às receitas culinárias. "É um formato que, apesar de nenhuma da tecnologia que usa ser realmente nova, traz um conceito inovador. Permite que todas as vantagens que conhecemos dos 'blogs' se tornem realmente portáteis. Introduz também o conceito de que qualquer podcaster (o criador de um Podcast) toque música no seu programa sem pagar nada e principalmente sem medo de represálias por parte dos artistas ou editoras", refere, ao JN, Duarte Grilo, um trabalhador/estudante de 25 anos e o primeiro podcaster português (ver mini-entrevista). Esta nova forma de transmitir conteúdos está igualmente a despertar a atenção das empresas quer do ramo da comunicação social quer do ramo da publicidade. A empresa de marketing Forrester prevê que, em 2010, 12,3 milhões de pessoas usarão leitores digitais para ouvir podcasts. Daí que a mina de ouro comercial comece a ser descoberta. Grandes rádios, como a britânica BBC, têm disponibilizado os seus programas em podcast e o grupo Infinity, da Viacom, transformou uma emissora de rádio de São Francisco, que dava pouca audiência, numa rádio que só transmite podcasts. Grandes empresas já descobriram também o poder deste formato e os anunciantes estão a investir. A cervejeira Heineken, por exemplo, lançou um podcast musical. Para já, a maior parte dos podcast são realizados por indivíduos com alguns conhecimentos em informática, uma vez que, para o utilizador comum, não é muito fácil produzir um programa. No entanto, à semelhança do que sucedeu com os 'blogs', é muito provável que em pouco tempo surjam aplicações on-line muito intuitivas para os produzir. Já ouvi-los é bastante acessível, bastando instalar um dos vários programas disponíveis na net para o efeito.
"Os ouvintes já se fartaram dos programas matinais"
Como descobriu e o que o levou a criar um Podcast?
Só descobri os podcasts em geral quando comecei a pensar em comprar um iPod e a pesquisar na internet. Criei o podcast Blitzkriegbop principalmente por um gosto pessoal que tenho pela rádio e música em geral, mas também devido a uma certa curiosidade em descobrir novos talentos musicais e dá-los a conhecer.
É um regresso às origens da rádio. Não há nada institucionalizado. Que critérios usa para fazer os programas?
Faço o que gosto. Caso contrário, perdia-se, na minha opinião, um pouco da mística. Descrevo o meu podcast como "o podcast sobre tudo". Num mesmo programa pode falar-se de política, música, actrizes porno, ou, simplesmente, ser um programa temático, como, por exemplo, sobre blues, salsa, etc. Mas peço sempre sugestões dos ouvintes. Faço um programa que tem como objectivo, em primeiro lugar, entreter.
Depois tento captar a atenção do ouvinte com aquilo a que não está habituado a escutar em rádio ditas "normais", começando com a música raramente ouvida noutros sítios. Quem é o público do Blitzkriegbop ?
Além dos amigos e conhecidos, julgo que muitas pessoas já se fartaram dos programas de rádio matinais que ouvem no caminho para o trabalho. Espero também que quem ouça pense seriamente em fazer o seu próprio podcast. Recentemente falei com um ouvinte que não conhecia de lado nenhum, ficando com a sensação que não estou a fazer isto apenas para o "pessoal do costume".
Em que suportes divulga o programa?
Além de ter a página www.blitzkriegbop.net, estou inscrito nas principais directorias de podcasts.
Divulgueio-o em alguns fóruns que frequento e, claro, principalmente junto de amigos e conhecidos.
sexta-feira, agosto 26, 2005
30 Anos, 30 Discos
30 Anos, 30 Discos (1975-2005)
A revista Jazz.pt inaugurou neste último número uma rúbrica que consiste em pedir a um músico para escolher os trinta discos mais importantes dos últimos trinta anos. Não resistindo à tentação, tratei também de elaborar uma lista com trinta álbuns favoritos editados desde 1975. No entanto o critério para as escolhas não foram tanto a "importância", mas mais antes a "paixão", pelo que esta é uma lista incompleta, com a certeza de não ser de concordância geral, mas pessoalíssima. 30 discos.
Alexander Von Schlippenbach - The Morlocks and Other Pieces (FMP, 1994)
Anthony Braxton - Six Monk's Compositions (1987) (Black Saint, 1987)
Bill Evans - You Must Believe In Spring (Warner, 1977)
Bobby Hutcherson - Montara (Blue Note, 1975)
Brad Mehldau - Elegiac Cycle (Warner, 1999)
Chicago Underground Trio - Slon (Thrill Jockey, 2004)
Dave Douglas - The Infinite (RCA, 2002)
Derek Bailey, George Lewis & John Zorn - Yankees (Charly, 1982)
Don Cherry - Brown Rice (A&M, 1975)
Donald Byrd - Thank You... for F.U.M.L. (Elektra, 1978)
Ellery Eskelin - Ten (Hatology, 2004)
Esbjörn Svensson Trio - Viaticum (Act, 2005)
Jaco Pastorius - Jaco Pastorius (Epic, 1976)
Jan Garbarek & Ustad Fateh Ali Khan - Ragas and Sagas (ECM, 1992)
Joachim Kühn - Famous Melodies (Label Bleu, 1993)
John Zorn, George Lewis & Bill Frisell - News for Lulu (Hat, 1988)
Keith Jarrett - The Köln Concert (ECM, 1975)
Mat Maneri & Joe McPhee Quartet - Sustain (ECM, 2002)
Miles Davis - Agharta (Columbia, 1975)
Ornette Coleman - Dancing In Your Head (A&M, 1976)
Pat Metheny & Ornette Coleman - Song X (Geffen, 1986)
Peter Brötzmann, Misha Mengelberg & Han Bennink - 3 Points and a Mountain... Plus (FMP, 1979)
Raphe Malik Quartet - Looking East: A Suite In Three Parts (Boxholder, 2001)
Spring Heel Jack - Live (Thirsty Ear, 2003)
The Bad Plus - These Are The Vistas (Columbia, 2003)
The Cinematic Orchestra - Motion (Ninja Tune, 1999)
Thomas Chapin Trio & Brass - Insomnia (Knitting Factory, 1992)
Vandermark 5 - Free Jazz Classics, Vol. 1 & 2 (Atavistic, 2002)
Weather Report - Heavy Weather (Columbia, 1977)
World Saxophone Quartet - Live at B.A.M. (Black Saint, 1986)
Fonte:A Forma do Jazz
terça-feira, agosto 23, 2005
A Vanessa de Variações
A Vanessa de Variações existe
Marta Vitorino
'Lembro-me da minha mãe dizer que o António Variações era muito querido e que engraçava muito comigo', revela Vanessa
Amália não foi a única musa de António Variações. A Vidas revela-lhe a história de Vanessa, a filha da célebre Maria Albertina que o músico refere na canção homónima.Correio da Manhã
domingo, agosto 21, 2005
SACD VS CD
DESCUBRA AS DIFERENÇAS: SACD VS CD
Há mais coisas entre SACd e CD do que a nossa imaginação alcança
Há cerca de um mês, lancei um desafio a Vanda de Sá (Expresso/Actual) a propósito da sua análise de um SACD de Alfred Brendel: o de revelar qual o sistema multicanal que utilizou para reproduzir o disco que lhe permitiu ser tão categórica na sua preferência pelo modo estéreo. Não respondeu. Seria, aliás, interessante escrever uma série de artigos sobre os sistemas de som dos críticos de música nacionais. Alguns há que não vão além do “discman” , ou fazem o trabalho de casa no... carro, a caminho do jornal, no meio de buzinadelas. Neste contexto, o simples facto de Vanda de Sá ter analisado o SACD referido também na versão multicanal tem tanto de notável como é digno de louvar pela ousadia. De uma maneira geral, os críticos de música não se dão sequer à maçada de explorar os aspectos técnicos dos discos. E não são só os críticos nacionais. (Hi-Fi Clube)
sexta-feira, julho 29, 2005
Jazz em Agosto - 2005
Jazz em Agosto - 2005
Um dos Festivais mais esperados apresenta finalmente o seu programa .
Apresentação
Apresentando uma oferta alargada de 17 concertos em 2005, um acréscimo de cinco em relação a 2004, o Jazz em Agosto continuará a dar ao seu público exemplos escolhidos da riqueza do jazz de hoje, música urbana de um século que não cessa de se transformar. Não raras vezes, a ponto de provocar clivagens de apreciação mas, sempre, na sua extraordinária diversidade, capaz de suscitar a atenção das gerações que se vão sucedendo e, ao contrário do que se possa pensar, unificando essas gerações de amadores e praticantes, ampliando o seu número. É a situação do jazz actual, civilizacional, fragmentado, fractal, contaminado, caleidoscópico e desprovido de preconceitos, o que nos obriga a instituir um novo olhar sobre ele, requerendo novos suportes para a sua análise: a compreensão da sua História nos planos musicológicos, sociais, filosóficos, estéticos, políticos. Assim como, a uma melhor compreensão do jazz de hoje - a essência, afinal, do Jazz em Agosto – concorrerá a disponibilidade de horizontes esteticos dos seus frequentadores que têm plenamente justificado as suas sucessivas edições desde 1984.**PROGRAMA**
quinta-feira, julho 28, 2005
Amati Anniversario
Novas colunas da Sonus Faber
Por ocasião do cinquentenário do nascimento de Andrea Amati, a Sonus Faber vai lançar uma edição especial Anniversario das Amati. Segundo a Sonus Faber foram incorporados nas novas colunas os ensinamentos do projecto Stradivari. As Amati têm novos altifalantes, nomeadamente a utilização de cones de alumínio/magnésio nos graves. De notar que os "pórticos" reflex das novas colunas são agora alongados.Hi-Fi Clube
sexta-feira, julho 22, 2005
KRELL EVOLUTION
DIÁRIO DE BORDO: KRELL EVOLUTION
Os Evolution, a última loucura de Dan' D'Agostino (custam cerca de € 130 000!), já chegaram a Portugal. E eu estava no cais à espera deles!...(ver texto)
quarta-feira, julho 13, 2005
Coldplay - X & Y

Apreciação final: 7/10
Edição: EMI, Junho 2005
Género: Pop-Rock
Três anos depois da edição de A Rush of Blood to the Head (2002), disco que validou definitivamente os Coldplay como emblema mais luminoso da cena pop britânica e universal, os pressupostos do quarteto britânico liderado por Chris Martin são idênticos: harmonias suculentas e zelosas, cenários introspectivos e um timbre pop etéreo inconfundível. Se é verdade que o efeito novidade se esbateu nos primeiros dois discos dos Coldplay e não consta abertamente do repertório de X & Y, é também um facto que a banda se desafia a si mesma neste trabalho, (re)dispondo os ingredientes sónicos e destapando critérios renovados. Vestígios de maturação criativa? De facto, o núcleo essencial da assinatura Coldplay sai reforçado deste trabalho e os rapazes deixam ainda margem para redimensionar a produtividade das composições, conferindo-lhes uma dimensão teatral com um toque de fertilidade orgânica. O imaginário de X & Y é povoado pela dúvida, pelo anseio, pela esperança e pelo amor, trazidas ao ouvinte na voz dúctil de Martin. Formulismo? Talvez...mas quando uma banda se cinge a uma fórmula ergonómica e a administra como ninguém, o mérito é óbvio. Além do mais, X & Y invoca elementos novos: teclas a ambientar, num estilo Brian Eno, percussões mascaradas de dançarinas, a nostalgia da pop 80's e guitarras com trejeitos de bússola.
X & Y não é um disco memorável mas é uma réplica consistente à onda de expectativas quase irrealistas em torno do disco e um depoimento consistente de uma banda cujo propósito maior é fazer a melhor pop do planeta. E se com Parachutes (2000) e A Rush of Blood to the Head (2002) eles estavam perto desse objectivo, com X & Y juntam um ponto final indelével à sua declaração de afirmação sincera: os Coldplay são o mais conforme projecto musical a ocupar o trono da pop. Com canções como "Square One", "What If" ou "Talk", eles merecem-no inteiramente.
domingo, julho 10, 2005
Cadeira dinâmica para AV
D-BOX: A CADEIRA DO PODER
Cadeira dinâmica para AV
O Cinema Em Casa vai mudar. Contra ventos e marés vai deixar de ser uma simples metáfora. Tudo por causa de uma cadeira muito útil. E revolucionária Hi-Fi Clube.
terça-feira, julho 05, 2005
POEMA DE AMOR
POEMA DE AMOR: SONUS FABER DOMUS CONCERTINO
Portugal é um país de poetas, dizem. Até porque é mais fácil dizer que fazer. Ora quanto mais belo é o que se diz, ou escreve, menos efeito prático tem, pois este esgota-se na perfeição formal. O italiano Franco Serblin é um poeta que faz: cada nova obra de Franco Serblin é uma Ode à glória da música .....Hi-Fi Clube.
quarta-feira, junho 22, 2005
MELHORES FILMES DE SEMPRE
100 MELHORES FILMES DE SEMPRE
1. Citizen Kane (O Mundo a Seus Pés)
2. Apocalipse Now
3. Pulp Fiction
4. The Godfather: Part I (O Padrinho)
5. Casablanca
6. 2001 : A Space Odyssey (2001, Uma Odisseia no Espaço)
7. Schindler's List (A Lista de Schindler)
8. Se7en (Se7en - Sete Pecados Mortais)
9. Vertigo (A Mulher que Viveu Duas Vezes)
10. Star Wars (A Guerra das Estrelas)
11. The Lord of the Rings (O Senhor dos Anéis)
12. The Shawshank Redemption (Os Condenados de Shawshank)
13. La Vita è bella (A Vida é Bela)
14. Taxi Driver
15.The African Queen (A Rainha Africana)
16. Eyes Wide Shut (De Olhos Bem Fechados)
17. Amores perros (Amor Cão)
18. Rear Window (Janela Indiscreta)
19. Modern Times (Tempos Modernos)
20. Almost Famous (Quase Famosos)
21. Goodfellas (Tudo Bons Rapazes)
22. It's a Wonderful Life (Do Céu Caiu Uma Estrela)
23. Limelight (Luzes da Ribalta)
24. The Matrix
25. Gone With the Wind (E Tudo o Vento Levou)
26. Hable con ella (Fale com Ela)
27. Singin'in the Rain (Serenata à Chuva)
28. Some Like it Hot (Quanto Mais Quente Melhor)
29. E.T. the Extra-Terrestrial (E.T. O Extra-Terrestre)
30. Y tu mamá también (E a Tua Mãe Também)
31. Forrest Gump
32. Nuovo cinema Paradiso (Cinema Paraíso)
33. Das Kabinett des Doktor Caligari (O Gabinete do Dr. Caligari)
34. 21 Grams (21 Gramas)
35. Blade Runner (Blade Runner - Perigo Iminente)
36. Bronenosets Potyomkin (O Couraçado Potemkine)
37. A Clockwork Orange (Laranja Mecânica)
38. Fallen (A Queda)
39. Metropolis
40. Mulholland Dr.
41. Shichinin no samurai (Os Sete Samurais)
42. American Beauty (Beleza Americana)
43. Les Invasions barbares (As Invasões Bárbaras)
44. The Godfather: Part II (O Padrinho II)
45. The Great Dictator (O Grande Ditador)
46. The Wild Bunch (A Quadrilha Selvagem)
47. Fight Club (Clube de Combate)
48. Kill Bill
49. Il Gattopardo (O Leopardo)
50. Midnight Cowboy (O Cowboy da Meia-Noite)
51. C'era una volta il West (Aconteceu no Oeste)
52. The Pianist (O Pianista)
53. Sunset Boulevard (O Crepúsculo dos Deuses)
54. The Lion King (O Rei Leão)
55. The Searchers (A Desaparecida)
56. The Untouchables (Os Intocáveis)
57. Gattaca
58. Crna macka, beli macor (Gato Preto, Gato Branco)
59. Jules et Jim (Jules e Jim)
60. Lawrence of Arabia
61. Out of Africa (África Minha)
62. A Room With a View (Quarto com Vista Sobre a Cidade)
63. The Grapes of Wrath (As Vinhas da Ira)
64. Waking the Dead (Amor maior que a vida)
65. Dead Poets Society (O Clube dos Poetas Mortos)
66. Fanny och Alexander (Fanny e Alexandre)
67. Frankie and Johnny (Frankie e Johnny)
68. Lost Highway (Estrada Perdida)
69. Magnolia
70. One Flew Over a Cuckoo's Nest (Voando Sobre um Ninho de Cucos)
71. The Sixth Sense (O Sexto Sentido)
72. The Shining (Shining)
73. 25th Hour (A Última Hora)
74. Central do Brasil
75. Cidade de Deus
76. Dead Ringers (Irmãos Inseparáveis)
77. La Règle du jeu (A Regra do Jogo)
78. Moonfleet (O Tesouro do Barba Ruiva)
79. Splendor in the Grass (Esplendor na Relva)
80. Roma, città aperta (Roma, Cidade Aberta)
81. The Apartment (O Apartamento)
82. Il Buono, il Brutto, il Cattivo (O Bom, o Mau e o Vilão)
83. The Nightmare Before Christmas (O Estranho Mundo de Jack)
84. The Thin Red Line (A Barreira Invisível)
85. Trainspotting
86. We're No Angels (Veneno de Cobra)
87. American History X (América Proibida)
88. Annie Hall
89. Boogie Nights (Jogos de Prazer)
90. Bowling for Columbine
91. Cat on a Hot Thin Roof (Gata em Telhado de Zinco Quente)
92. I Cento passi (Os Cem Passos)
93. Heat (Cidade Sob Pressão)
94. Rio Bravo
95. Shine (Shine - Simplesmente Genial)
96. The Gold Rush (A Quimera do Ouro)
97. Underground (Underground - Era Uma Vez um País)
98. The Birth of a Nation (O Nascimento de uma Nação)
99. Dogville
100. Mr. Smith Goes to Washington (Peço a Palavra)
Fonte:ABCine
terça-feira, junho 21, 2005
PRIMA LUNA
NOVOS PRIMA LUNA THREE, FOUR, FIVE E PHONO JÁ CHEGARAM À IMACÚSTICA
A Imacústica anuncia que chegou a nova remessa de amplificadores Prima Luna One e Two e, no mesmo contentor, as novidades: o prévio Three, na foto, que eu divulguei em primeira mão mundial, quando da reportagem da CES2005, e os amplificadores estéreo Four, Five e Phono. Hi-Fi Clube.
quinta-feira, junho 16, 2005
sexta-feira, junho 03, 2005
Mariza - Transparente

Apreciação final: 8/10
Edição: EMI, Abril 2005
Género: Fado
A produção do brasileiro Jacques Morelenbaum para o mais recente trabalho de Mariza faria adivinhar a concertação do seu fado com as sonoridades do outro lado do Atlântico. De resto, as insistentes confidências públicas da cantora pelo desejo em render uma homenagem a outros sons da lusofonia, como as mornas e a bossa nova, deram azo à expectativa de que Transparente fosse o primeiro produto desse intento. Contudo, não é imediatamente sensível esse propósito. A nota dominante da intervenção do director artístico de Caetano Veloso é a transmutação das eufonias de Mariza em momentos musicais de nobreza maior, graças à inclusão de trechos de cordas que cumprem cabalmente a função de alindamento das texturas da incontornável guitarra portuguesa. Neste registo, a voz harmoniosa de Mariza soa cristalina como nunca, as composições desfilam exibindo ostensivamente a magnificiência da sua simplicidade. A esse propósito, os méritos da fadista e de Morelenbaum fazem jus ao título do disco, formando um tomo de canções transparentes e respeitadoras da tradição musical portuguesa e que, sem beliscar a pureza do seu legado, a enriquecem oportunamente com a intercessão de instrumentos estranhos ao universo do fado como o acórdeão, a flauta e o violoncelo.
As palavras são de Florbela Espanca, Fernando Pessoa e Alexandre O'Neill, entre outros, e acrescentam retalhos de alma portuguesa ao embalo melancólico do fado alfacinha. Transparente é um trabalho excelso e que traz vestígios de um devir inventivo para Mariza, em que o balanço de outros ritmos virá a matizar o fado com cores híbridas e dar-lhe uma dimensão universal. "Fado Português de Nós", uma deliciosa combinação fado-samba, é um sinal dessa metamorfose que, se descontenta puristas, faz o encanto dos melómanos mais audazes. Profundamente portuguesa e orgulhosamente do mundo, Mariza (e o quase imaculado Transparente) devem ser convidados de honra de qualquer amante de música de qualidade.
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quinta-feira, junho 02, 2005
Sony
PlayStation 3
A Sony PlayStation 3, que chegará na Primavera de 2006, adopta as seguintes normas.
A alta definição será 1080p, tem Wi-Fi e Bluetooth e os discos serão Blu-Ray Disc Rom.Terá uma entrada para disco rígidode 2,5 polegadas, cartão de memória e seis entradas USB 2.0 e é retrocompatível.
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