quinta-feira, maio 26, 2005
quarta-feira, maio 25, 2005
domingo, maio 22, 2005
CABOS ÁUDIO SEM METAL
A Harmonic Technology (pode ler-se no site da Stereophile) informa que descobriu a pólvora. Ou seja: os novos cabos CyberLight/Analog utilizam fibra óptica para transmitir os sinais áudio até 200 metros sem perda de qualidade. HIFI Clube
segunda-feira, maio 16, 2005
CES 2005 GIRA-DISCOS
domingo, maio 15, 2005
Von Freeman
Von Freeman: "The Great Divide"
[Premonition, 2004]
Ouvir o último disco de Von Freeman devia ser um acto especial. Apenas reservado para momentos sublimes. Ou então para quando procurarmos uma reconciliação - com o jazz, com a música, com a vida. "The Great Divide" é um assombro, de tão bonito que é. E tão aparentemente simples, onde se esconde a classe de uma vida inteira dedicada à arte de impressionar os ouvidos sensíveis. E é também uma homenagem a três músicos (gigantes) com quem Von partilhou o palco: Coleman Hawkins, Charlie Parker e Lester Young. Este reencontro é magnífico.
(By the way: Von Freeman estará no Estoril Jazz em breve. Estai atentos.)
Um abraço ao Nuno Catarino, Nuno estou de volta.
A Forma do Jazz
Somvisual está de volta
Caros amigos blogistas,
O blog Somvisual está de volta.
Após uma ausência forçada de quatro meses, devido a mudanças profissionais e geográficas, pois é, agora estou no Algarve, venho comunicar que pretendo regressar novamente a estas lides. Quero agradecer a todos, que de uma forma ou de outra não deixaram de apoiar este projecto, que é maior que o seu autor pensava.
Até sempre,
João Monge
domingo, janeiro 02, 2005
Carlos Libedinski - Narcotango

Apreciação final: 7/10
Edição: Dezembro 2004
Género: Electrónica / Tango / Fusão
O registo Narcotango mostra a fusão entre a atmosfera do tango argentino e os ambientes sonoros da electrónica contemporânea. As semelhanças com o projecto Gotan Project são intuitivas, embora os elementos electrónicos adquiram aqui outra exuberância e uma complexidade de nível superior. Ainda assim, a pedra de toque é a sensualidade rítmica do tango, vincada pela emancipação do acordeão e dos luxuosos ingredientes de cordas.
Narcotango é um tomo promissor, feito da mais moderna música electrónica de fusão, propositadamente exibicionista, declaradamente garboso e intensamente contagiante. O apelo à sumptuosidade sónica não cai em exageros vazios, antes inventa uma visão renovada do estilo clássico da música tradicional da Argentina. O arrojo de Libedinski é maior do que o dos Gotan Project, o compromisso com o passado é menor, a sugestão de futuro é arriscada. Porém, o desfecho é tentador e merece ser ouvido com insistência. Se Piazzolla tivesse trabalhado com os Massive Attack teria feito um disco assim.
Veja outros artigos no apARTES
quarta-feira, dezembro 22, 2004
HDTV

Cenário do mercado internacional de televisão de Alta Definição
A televisão de Alta Definição constitui-se como um dos factores de promoção e adesão à televisão digital. Nos EUA, Japão e Austrália, os níveis de penetração e a produção de programação em HD estão bastante desenvolvidos. Na Europa, ainda se discute a opção de linhas a utilizar.
Nos EUA, já existem 10 milhões de televisores que permitem receber em HD (televisão de Alta Definição). O conhecimento dos consumidores cresceu até ao ponto em que, dos 17% dos lares americanos (20 milhões) que compram um novo televisor cada ano, 4% planeiam comprar um produto que permita HD. Numa estimativa da BIPE, dos 5 milhões de unidades vendidas em 2004 passar-se-á para 20 milhões em 2008.
Cerca de 5% dos subscritores do satélite de televisão digital, pagam uma taxa extra para aceder a programação de alta definição. Os actores da indústria de Pay TV investiram de forma massiva para serem capazes de oferecer programas em HD, como o serviço Cablevision’s Voom. Devido a muitas iniciativas da indústria, o conhecimento dos consumidores acerca dos programas de HDTV cresceu de 55% em 2003 para 75% do total de subscritores em 2004. (ver texto)
terça-feira, dezembro 21, 2004
sexta-feira, dezembro 17, 2004
Amplificadores a válvulas
Um amplificador a válvulas é como um velho amor, ao qual juramos nunca mais voltar, até que um dia o passado invade o presente.
A razão tenta travar-nos: está ultrapassado, gasta demasiada energia, é frágil, tem uma saúde débil, fica «em brasa» por dá cá aquela palha, distorce a realidade...
Mas o coração só vê o envolvimento emocional, a musicalidade, a doçura da voz e aquela auréola luminosa que brilha no escuro como um fogo que arde sem se ver. À memória vêm os dias felizes que passámos juntos, a música preenchendo cada espaço da alma num quente aconchego de lareira acesa, a casa habitada pelos melhores intérpretes, os discos sucedendo-se num não querer mais que bem querer.
A razão diz-me que os amplificadores a válvulas são falsos. O que parece doçura não é afinal mais que amarga distorção harmónica: a verdade nunca se mostra na sua nudez original, mas antes envolta num manto diáfano de coloração eufónica. Já houve quem, tendo-os analisado a frio e a quente, tenha concluído que as válvulas «pintam» a realidade musical com os olhos da loucura difusa de Van Gogh, a disforme extravagância de Dali, a desintegração formal de Picasso, a subtileza cromática de Matisse, a luminosidade crepuscular de Turner.
Contudo, ao traço definido e metódico, mas frio, do transístor, prefiro mil vezes a mão trémula do pintor de vácuo guiada pelo ardor da paixão; à precisão matemática dos ângulos e das perspectivas, prefiro a convivência caótica das linhas e a ambiguidade das sombras. Com uma condição: do aparente caos de formas e cores deve nascer um objecto artístico. A Arte não tem de ser a própria natureza ou a sua imitação fiel. A reprodução exacta está limitada pela realidade. A Arte não. Ouvir um amplificador a válvulas tem sobre nós o efeito catártico de uma tragédia grega; a acção balsâmica do riso comedido da comédia clássica. A piada, escreveu Kant, é uma forte expectativa que se desvanece no próprio acto de rir. A comédia não: ensina, faz pensar, perdura na memória. Neste contexto, há por aí muito amplificador que não passa de uma piada de mau gosto.
Os amplificadores a válvulas não são perfeitos. Mas ouvi-los dissipa a angústia de termos de viver com o pecado original, e ajuda-nos a aceitá-los como apenas mais uma idiossincrasia que decorre do facto de sermos apenas humanos e - tal como eles - imperfeitos.
A audição dos amplificadores a válvulas produz em nós uma indefinível sensação de bem-estar, que tem tanto de emocional como de física: a ilusão de presença, de espaço e principalmente de profundidade do palco sonoro é tão real, tão palpável, que não pode ser apenas ilusão. A riqueza harmónica confere ao som um corpo que, para utilizar um chavão dos críticos de vinhos, quase se pode «mastigar». Na prova, as válvulas «sabem» a fruta fresca: ameixas, com o toque exótico da canela, os taninos arredondados...
Os espíritos mais racionalistas dirão: sim, mas isso não passa de um truque resultante da inteligente manipulação da distorção harmónica, como os testes laboratoriais podem provar. Não refuto o poder da ciência para desmistificar as crendices que rodeiam o mito da superioridade das válvulas sobre os transístores. Mas gostava que me apresentassem provas laboratoriais dos efeitos benéficos do estágio do vinho em pipas de carvalho francês. E, contudo, elas existem: basta provar...
Na audição de «When I look in your eyes», o amplificador a válvulas despiu Diana Krall com luvas de pelica, revelando coisas que eu nunca tinha ouvido antes nas outras mil vezes: a captação «em cima», num «close-up» obsceno, que faz Diana soar maior-do-que-a vida: a orquestra gravada numa acústica diferente parece ter sido adicionada posteriormente, como quem barra com creme um bolo já feito; o saxofone entra de rompante na mistura para logo o engenheiro lhe baixar o som a meio de uma frase.
Tudo isto é evidente mesmo no rádio do carro. Não é preciso, pois, um grande amplificador para revelar o que já se sabia: que não há bela sem senão. Mas só as válvulas nos transmitem a extrema sensualidade das bolhinhas de saliva rebentando nos lábios doces de Diana Krall, ou nos permitem identificar o amplificador (também a válvulas) da guitarra de Russell Malone, cuja interferência RF (uma estação de rádio próxima?) se ouve distintamente no canal direito na abertura de «When I look in your eyes»...
Um abraço ao José Victor Henriques HI-FI Clube
O retorno às válvulas

O Retorno às Válvulas e ao Single Ended:
A humanidade tem vindo a se mecanizar cada vez mais, temos talvez percorrido um caminho errado, pois alguns homens verificam que no início do Áudio e da Alta Fidelidade o som era mais humano. Estes homens voltaram atrás para tentar recuperar as formas mais simples do som e as formas mais “primitivas” são aquelas que estão a surgir e a pôr em causa grande parte da “evolução” da Alta Fidelidade. Aqui entram os Tríodos de Aquecimento Directo, o Single Ended, as Colunas de Corneta, os Altifalantes Fullrange, Dualconcentric,os Gira Discos,os Gravadores de Bobines,as Cablagens simples com materiais naturais etc,etc.
Esta é para mim a procura do som mais humano, natural, perfeito e completo possível, o som que nos enche a alma e o corpo, que é música e que transporta a música aos nossos sentidos e os nossos sentidos respondem a ela como que uma troca de energia que nos alimenta.
Luis Miguel Ambrósio
Imaginaria
A Imaginaria HiFi de Luis Miguel Ambrósio representa e distribui equipamentos de Alta Fidelidade e está sediada em Faro.
A Minha Filosofia:
A Música é a maior de todas as Artes e não uma soma de técnicas que produzem sons.Só com Arte se pode reproduzir Música.
Acredito que os bons equipamentos a válvulas são aqueles que reproduzem melhor o som verdadeiro.
A natureza é simples na sua essência assim o som verdadeiro deverá ser produzido da forma mais simples e directa possível.
O som digital afastou-se da natureza e tenta recrear a própria natureza mas a linguagem que utiliza é mecânica e nunca poderá ser humano e por isso verdadeiro.
O som analógico é o único que na sua essência é verdadeiro, pois recria a natureza com princípios semelhantes.Imaginaria
Luis Miguel Ambrósio
terça-feira, dezembro 14, 2004
Sintonizador Digital Krell

CES 2005: NOVIDADES
KRELL TRIO: O PRIMEIRO SINTONIZADOR DIGITAL DA MARCA
Sintonizador AM/FM/XM
Ainda a procissão vai no adro (refiro-me à CES 2005) e a Krell já ganhou um Innovations Award 2005 com o primeiro sintonizador digital da marca: Krell Trio AM/FM/XM.(ver texto)HI-FI Clube
Há futuro para o DAB
HÁ OU NÃO HÁ FUTURO PARA O DAB?
As vendas de aparelhos de DAB no Reino Unido podem chegar ao milhão de unidades no próximo mês de Janeiro, encorajadas pelas vendas de Natal, prevê a BBC. Trata-se de uma projecção da Secretaria de Estado inglesa para a Cultura, Media e Desporto, lê-se hoje no blogue Media Network Weblog.
Em relatório, a BBC afirma estar totalmente comprometida com o DAB e, graças aos seus esforços, mas também dos fabricantes e dos comerciantes, a rádio digital parece ser uma das histórias de sucesso do ano. A ser assim, há futuro para o DAB, ao contrário de outras conjecturas, e que aqui já registei. Aquela estação pública acredita que o DAB é a única tecnologia capaz de conduzir a maioria dos ouvintes a deixarem o sistema analógico e optarem pelo digital.
Todavia, a indústria e o país não estão ainda preparados para o switchover digital. O mesmo relatório recomenda que o Governo estabeleça até daqui a três anos a data do “apagão” analógico, isto é, a passagem para a rádio digital. É que, entre outras matérias delicadas, há a questão do espectro de frequências, permitindo emigrações de serviços comerciais, bem como o apoio governamental ao desenvolvimento de uma indústria sólida e de padrões de qualidade nos aspectos tecnológicos que assegurem a satisfação dos consumidores.(Fonte)Indústrias Culturais
segunda-feira, dezembro 13, 2004
quinta-feira, dezembro 09, 2004
Denon DVD2910
DENON DVD2910: VER PARA CRER (PARTE 1)
Com o leitor-Universal DVD-2910 a Denon volta a surpreender o mercado de electrónica de consumo ao oferecer tecnologia de ponta por um preço abaixo dos 1 000 euros. .....
(ver texto)HI-FI Clube
Um abraço ao Mestre José Victor Henriques.
Linn Unidisk 2.1
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